No mundo competitivo de hoje, apesar de toda a tecnologia, nunca temos tempo para nada. Estamos sempre atrasados e quando procuramos uma saída, percebemos que as coisas boas da vida são as mais simples. Por isso que o ecoturismo e a prática dos esportes de aventura se tornaram a “febre” e a  fuga do homem moderno.

A busca pela qualidade de vida fez o homem perceber a importância e a necessidade do contato com a natureza e do relacionamento com próximo. Por agrupar todos essas conceitos e filosofias, o enduro a pé é considerado o esporte do futuro. E, apesar de novo, já possui adeptos em todo o Brasil.

O trekking de regularidade, como também é conhecido esse esporte, gera nas pessoas que o pratica a conscientização ambiental, superação de limites pessoais, além de um círculo de amizade em pessoas que buscam em primeiro lugar serem felizes.

A palavra trekking surgiu no século XIX, utilizada por
trabalhadores holandeses que colonizaram a África do Sul e
viajavam muito, tendo que carregar seus pertences por longos e diferentes percursos. Originária do verbo trek, significa migrar. Mais tarde, com o domínio britânico na região, a palavra foi absorvida pela língua inglesa e passou a designar as longas e difíceis caminhadas realizadas pelos exploradores em direção ao interior do continente em busca de novos conhecimentos, como a nascente do rio Nilo e as neves do monte Kilimanjaro nos países vizinhos.



Com o interesse de novos aventureiros em busca de fortes emoções e integração com a natureza, o trekking começa a configurar-se como prática esportiva ou de lazer, também conhecida pelas denominações hiking ou backpacking.
No Brasil, o termo foi introduzido na língua portuguesa “significando caminhadas em trilhas naturais em busca de lugares interessantes para se conhecer, possibilitando um maior contato com a natureza”.

O trekking pode ser considerado uma caminhada rústica
com orientação por meio de mapas, bússola ou GPS, em ambientes naturais como florestas, montanhas, cerrados, rios, trilhas, entre outros.

Geralmente é praticado em grupo, estimulando o espírito de companheirismo e promovendo a interação com a natureza. Seus formatos assumem diferentes variações como trekking independente, trekking organizado, trekking assistido, trekking de competição e trekking de regularidade.

Já o enduro a pé, também chamado rally a pé, é um
esporte que migrou dos enduros de jipes e motos, vindo a se integrar ao trekking. Rally a pé não é um jogo de estratégia. É uma caminhada em forma de competição, praticada por equipes de 3 a 6
pessoas.

As provas dos campeonatos costumam levar de 3 a 4 horas e meia, em um percurso de 8 a 13 km. Para empresas e grupos, esses valores podem cair pela metade. Como particularidade, nesta
modalidade, diversos esportes podem ser acrescentados aos trajetos como o rapel, a tiroleza e a escalada, sem a obrigatoriedade da prática, conforme o interesse do praticante.

Como particularidade, nesta modalidade, diversos esportes podem ser acrescentados aos trajetos como o rapel, a tiroleza, canoagem e a escalada, sem a obrigatoriedade da prática, conforme o interesse do praticante.

Como no trekking, também assume as variações de práticas, divididas entre rally a pé de regularidade e rally a pé de velocidade.

Empresas como a Minas Trekking Eventos, organizam etapas mensais de trekking de regularidade.

Saiba mais em www.minastrekking.com.br